#19 Redimindo a Música Cristã Brasileira

25 de fevereiro de 2015

Não é novidade que a música cristã brasileira, em particular a representada pelo chamado gospel, encontra-se ganhando em qualidade técnica, mas longe de uma boa qualidade teológica. Canções com desvios graves, teologias espúrias, “ministros” com posturas e cachês estratosféricos, sem conteúdo bíblico etc. Junto as canções vem o discurso dualista, a prática espiritualista (a que espiritualiza todas as coisas), o louvor bélico e enfeminização da igreja, práticas estranhas (como cair na unção, unção dos 4 seres, libertação espiritual dos remidos etc.). Portanto, é fato que há uma crise, bem como muitos críticos. No entanto, raramente vemos, de maneira prática, a resposta a tal crise! Como redimir a música cristã brasileira? Para responder a esta pergunta os cabras Heder Judson, Ivandro Menezes e Leopoldo Teixeira, foram até a Conferência Offline (baixe canções promocionais aqui), em João Pessoa-PB, e junto a Marco Telles, Stênio Március, Filipe Johne (Prumo), Diego Venâncio, Antognoni Misael (Bona Vide) e Gleydice Bernardes (Ministério Tenda do Encontro) buscaram apontar um caminho para a redenção! Então, vamos nessa!

Um pouco dos músicos que participaram do episódio…

Redes Sociais

Email

Mande um e-mail aí Cabra da Peste

RSS Feed

Assine o nosso feed e tenha sempre OsCabraCast com você!

Deixa de leriado e ouça aí

Download da versão zipada, aqui.

Download do CD da Conferência Offline, aqui.

Créditos

A edição ficou por conta de Ivandro Menezes.
A vitrine deste episódio é de Rafa Souza.
O tema de abertura é a música Cangaço da banda paraibana Cabruêra.
A canção bônus neste episódio chama-se Carregou interpretada pela banda paraibana Prumo.

Faça seu comentário Cabra da Peste


Leave a Reply to Fernando Bonalume Cancel Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

39 comments on “#19 Redimindo a Música Cristã Brasileira

  1. lourival Gonçalves fev 25, 2015

    Prometo que dessa vez eu volta.kkkkk

  2. Ruthemberg Albuquerque fev 25, 2015

    Faaaaaaaaala cabraiaaaada!!!!

    Que coisa linda esse podcast! Quanto zelo pela Palavra de Deus! Quanta riqueza! Meu coração tá fervendo!!! ( se eu fosse penteca igual ao Marco Telles, estaria pulando e falando em línguas 😡 )

    Que Deus continue usando vocês nesse ministério e que o foco principal seja sempre Ele.

    Saudades do senhor Pr. Ivandro e manda um abraço pro cabra Heder!

    • Olha ai meu querido!!
      Abraço recebido meu velho! Poxa sem dúvidas foi um papo muito bacana e edificante.
      Grande Abç Ruthemberg e #ehnois

  3. Neto Dias fev 25, 2015

    Sensacional (Voz do Milhoranza)!!!!

    Irmãos, não tenho muito o que comentar a respeito deste episódio. Todos os participantes contribuíram muito para o tema proposto.Nossa música precisa do velho evangelho, pois este novo, que na verdade não é evangelho, não leva as pessoas a um relacionamento verdadeiro com Deus.

    Este é o caminho que nossa música deve rumar: ir ao velho Evangelho, que é poder de Deus.

  4. Manos, SENSACIONAL!

    Paraebéns… Discussão alto nível com bons argumentos pra ambos os lados. Curti demais. O episódio entrou pra minha lista de favoritos de todos os tempos. E olha que eu ouço muitos podcasts… Épico, não só pela presença do Stênio, mas por todos os participantes.

    Parabéns, Cabras. Tô cada vez mais fã de vocês!

    • Caraca Velho Mano!
      Tivemos boas referências!! huahuahua…olha o jabá ai!!!
      Falou tudo Thiago, cada lado pode argumentar sem ser agressivo, só Ivandro que falou uma gracinha, todo mundo riu e ele morgou a galera…mas no mais…foi completo o bate-papo! A presença de Stênio muito nos alegrou, não só dele mas de todos os outros que corroboraram com o tema.
      Valeu Thiago! e segue ai por águas tranquilas No Barquinho!
      Abç

  5. Olá amigos Cabras

    Rapaz, cheguei a conclusão que não chegaram a conclusão nenhuma, talvez porque é muita gente boa junto 🙂

    Pra mim louvor na igreja tem Deus como foco principal, Lembro-me de Jorge Rehder ‘in memorian’ com o louvor Grandes São Tuas Obras. Lembro-me também de uma vez alguém dizer assim: Lá vem as músicas naftalinas ‘velhas’ em um momento de culto onde eu que conduziria o louvor.

    Rapaz, fechei o gospelmusic.com.br onde eu ganhava dinheiro só porque não quis mais me envolver neste meio ‘hoje pertence a outro, pois liberei o domínio que chegou a valer R$1.000.000,00. Lembro-me de comprar uma briga com a diretoria da antiga Gospel Records porque eles queriam fazer shows e associar meu nome e eu não concordei com isso.

    Rapaz, hoje nem de longe temos mais louvores, louvores! como antes:
    – Adhemar de Campos já não é mais como antigamente, o conheci bem, pois veio várias vezes em minha casa.
    – VPC não tem mais oque apresentar, pois a motivação inicial também parece que se foi. Os conheci bem, pois eram meus clientes, mas ainda são referência absoluta.
    – Grupo Logos, pr. Paulo Cesar é uma ilha, queria muito ouvir novidades com o mesmo efeito de antes em nossos dias.
    – João Alexandre é bom pra falar, mas quando convidamos ele pra vir em nossa igreja anos atrás “eu era da Unida de São Mateus”, e não deu tempo de buscar os trocentos cds lá na sede dos VPC virou um bicho me chamou de moleque e foi cantar em outro lugar onde pagaram pra ele rapidinho, detalhe: Tínhamos feito todos os cartazes e distribuídos.

    Rapaz, os melhores adoradores estão escondidos nas igrejinhas ao redor deste país, são: Walter’s Pinho da vida, Robson Ferreira um professor de filosofia que dá a vida e é uma enciclopédia musical ambulante, os Nelsons, os Jorges os Janires da vida, os Sérgios Pimentas…

    Desculpa ai, mas não resisti.
    Grande abraço

    • POLÊMICA!!!!
      Caraca velho…essa de João Alexandre foi punk saber…
      mas Fernando…cara num sabia desse seu passado na área de música não mano…que bacana!
      Concordo muito com o que vc falou sobre os melhores adoradores e mais sinceros e humildes…mas msm assim ainda encontramos cada um mala do caramba nas igrejinhas rsrsrsrs
      Valeu meu querido pelo comentário POLÊMICO!!!!

      hauahuah

      Abç

      • Graça e paz Heder

        Pois é rapaz, tem muita coisa ai no passado que a gente não comenta, sabe por que? Envolve muita tristeza, dor, sofrimentos diversos e o pior de tudo, desprezo. A gente se torna chato demais para algumas pessoas, então pra não piorar a coisa, perder mais ‘amigos’ a gente faz que esqueceu, é melhor assim, e começa uma nova vida.

        Parabéns pelo trabalho de vocês, procuro acompanhar os podcasts diversos, e fico feliz da vida em ver o crescimento de vocês nas participações.

        Um grande abraço com gosto de Caldo de Mocotó

        Em Cristo
        Fernando

  6. Bruno Souza fev 26, 2015

    Posso fazer um Top 5 dos episódios e colocar esse entre eles? kkk
    Uma discussão muito relevante, e principalmente pra nós que trabalhamos com música na Igreja. Stênio Marcius “mitou” em suas colocações. E apenas deixando minha contribuição, acho muito digno que cada vez mais cristãos saiam da caixa do gospel pra fazer boa arte sem rótulos, nada melhor que filhos de Deus falando através da música sobre a natureza, política, relacionamentos etc. Aconselho a fazer uma parte dois desse episódio. Abraçoo cabraiadaa!

    • Sugestão anotada! Valeu, Bruno! Esperamos que não tenha cochilado nesse episódio! rsrsrsrs

      • Bruno Souza mar 5, 2015

        Cochilei não, kkkk, só vou deixar uma reclamação porque não leram meu comentário no correio elegante. kkkk

        • Fala, Bruno! Na verdade, o seu comentário foi lido, mas quando fui editar acabei fazendo um corte errado! Mas percebi quando ouvi no ar! Porém, já fiz a correção! Peço desculpas e que, se puder ouve novamente! Um abraço!

  7. Tales Andrade fev 26, 2015

    Fala Crabraiada!

    Primeiramente, gostaria de agradecer por me apresentarem esta tão abençoada obra de louvores verdadeiramente cristãos. (Não consigo parar de ouvir este CD da Conferência Offline!)

    Já faz um bom tempo que venho me sentindo incomodado com esses hinos cantados nos cultos que só falam do “Eu” e são feitos para serem uma “auto ajuda gospel”. É bom saber que não estou sozinho nessa, e que existem servos de Deus que produzem música de ótima qualidade e embasadas na verdadeira teologia.

    Sou de uma igreja pentecostal, e venho percebendo que por conta desses hinos de “auto ajuda” e hinos “pobres de bíblia”, dentre outros aspectos, a congregação está se tornando praticamente uma neo-pentecostal, onde aparenta que os cultos são apenas para os irmãos chegarem ao ápice e saírem sabendo que sua benção vai chegar. Aprender mais da bíblia que é bom nada!

    Acredito que toda essa avalanche gospel está ligada, de alguma forma, a avalancha neo-pentecostal. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre essa afirmação!

    Um Abraço!

  8. Fala cabraiada! Muito bom episódio. Não há dúvida de que essa tal música “gospel” tornou-se um grande negócio e que já não há mais zelo com o conteúdo das letras que acabam disseminando bobagens e heresias a torto e a direito nas nossas igrejas.

    Também é fato que surge uma nova geração preocupada com a palavra e com qualidade artística (não técnica). Não vejo nenhum problema em cristãos comporem músicas não confessionais mas concordo que o momento do culto é único e pede (quando é necessário) uma música voltada para as verdades do evangelho.

    Mas me preocupam algumas questões: entendo a música como um dom de Deus, e uma verdade dita até pelo Diabo continua sendo verdade. No exemplo usado do Chico Cesar em que foi dito que não se deve utilizar uma música dele no culto porque a vida dele não condiz com o padrão bíblico é praticamente o mesmo que dizer que os compositores cristãos são superiores aos não cristãos. Não podemos esquecer que Deus não nos ama mais do que ama o meu vizinho ateu. Todos pecamos e continuamos pecando e não temos nenhuma moral de nos apresentar a Deus e só não somos consumidos por conta do seu amor e misericórdia por nossas vidas.

    Também discordo da afirmação da Gleydice de que não se pode abrir mão da teologia (não sou contra a teologia) dando a impressão de que uma pessoa sem uma formação teológica acadêmica não possa ter uma compreensão profunda de Deus. Acho importante a formação acadêmica mas temos que lembrar que o Espírito Santo ainda atua, convence e revela.

    No mais, mais um excelente episódio desse que é um dos melhores podcasts de conteúdo cristão da atualidade. Grande abraço.

  9. Artur Lima mar 2, 2015

    Bem relevante essa discussão, importantíssima para os dias atuais mas vejo que é bem difícil chegar a uma conclusão. A meu ver a resposta é simples, virou mercado, capitalismo selvagem mesmo… Uns mais outros menos, mas o dinheiro passou a reger a musica cristã, triste e simples assim. E há quem tenha a cara de pau de dizer que fazer download é pecado … sem palavras né !!

  10. Sensacional esse episódio! Fiquei admirado com a discussão e percebi que não estou sozinho. Estou compartilhando esse podcast com o pessoal que participa do ministério de louvor, pois acredito que esse episódio deve chegar aos ouvidos do máximo possível de pessoas!

    Complementando, na minha opinião, importante mesmo é buscar a Deus e não as pessoas. Quando o músico (e vale para a galera do louvor) passa a tocar para agradar o público (ou a igreja), ele já desviou o foco. Vale lembrar que ministrar para todos cantarem em uma só voz é diferente da questão que levantei, de tocar para agradar.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  11. Rebecca Brito mar 3, 2015

    Oi Oi cabraiada!!
    Tive o enorme prazer de ter conhecido na Conferência Offline os cabras mais arretado da podosfera nordestina rsrs, e posso afirmar que esse episódio ficou massa demais!!
    Adorei a temática e acredito que a escolha das pessoas que participaram não poderia ter sido melhor!! Esse assunto está mt em voga hoje em dia, e a gnt precisa ter fundamentos pra saber se estamos ingerindo porqueira ou realmente algo saudável, baseado na Palavra. É isso aí galera!!
    Ah! Da próxima vez deixa o Marco falar, tadinho…mal pegou no microfone hahaha
    Um abração para todos vcs!!
    Inté!!o/

  12. Talita Garcia mar 3, 2015

    Como se trata de um assunto sobre o qual a Bíblia não expressa mandamentos específicos, achei as críticas que arrancaram aplausos da platéia muito unilaterais. Beto Guedes é bom pra quem gosta… As pessoas mais novas baixam o disco mas pagam pra ir aos shows, ouvem música através do vídeo, seguem o artista no twitter e interagem com ele, o consumo mudou, e os novos artistas sobrevivem assim… Clube da Esquina marcou uma geração, mas vamos deixar os jovens criarem, eu quero criar. Pra se divertir vale mais fazer a própria canção, mesmo que seja “pior”, com três acordes desafinados. Seria legal se a geração anterior incentivasse a próxima, mas isso só aconteceria num mundo ideal, e num mundo ideal nao existiria a MK…

    • Ricardo Lima maio 6, 2016

      Muito boa sua opinião! Temos que desmistificar ou parar de divinizar a música. Arrisco a dizer que a musica é simplesmente uma criação da humanidade. Quem faz musica nada mais é do que um profissional exercendo seu oficio. Assim como um médico, engenheiro etc.., Um profissional.

  13. Que episódio sensacional! Por um lado é bom saber que estamos pensando e refletindo sobre a música cristã. Quem sabe daqui uns anos colheremos bons frutos disso.

    Minha sugestão é que os músicos de cada igreja local coloquem uma roupagem nova nas antigas músicas do Cantor Cristão, Harpa Cristã, etc. Assim, teremos música de boa qualidade teológica com uma melodia contemporânea.

    Outro ponto é que não devemos cair no erro de apenas trocar os nomes. O problema, a longo prazo, é que a o perigo de trocar a idolatria do Tales pela do Stênio. Não estou dizendo que este é o caso hoje, mas pode se tornar. Por isso, precisamos ficar de olho.

    Mais uma vez meus parabéns pela coragem de discutir esse assunto abertamente.

    Grande abraço!

    • Poxa, Milho! Que alegria ler seu comentário! Concordo contigo que é um risco que se corre de trocarmos apenas o ídolo, caso não venhamos a pensar e repensar não apenas a nossa arte!

      Agradecemos o belo elogio e esperamos poder contribuir para essa mudança! Que Deus nos ajude!

      Abraço!

  14. Gostei demais!
    O Stenio bateu tanto que… CARACA!
    Bem, repensando…

  15. Mailson Fernandes mar 7, 2015

    Passando pra dizer que é bom saber que não estamos só com esse “sentimento” de indignação…
    Que o Eterno continue lhes dando direção em tudo. Ivandro e demais “Cabras” um Forte Abraço, fiquem na Paz.

  16. Cristiano Almeida fev 16, 2016

    Tenho muito interesse por esse tema, em geral por tudo relacionado à música. Já perdi a conta de quantas vezes ouvi este episódio. Resolvi passar por aqui só para agradecer por um dos melhores episódios que falam sobre a nossa musicalidade. Obrigado, cabras.

  17. Ricardo Lima maio 6, 2016

    Oi! Irmãos,
    é a primeira vez que comento aqui. Descobri vocês há pouco tempo.
    Bem, eu gostei muito do episódio, mas quero só deixar a minha opinião.
    Gente! Música é só musica!
    Vamos desmistificar as coisas, quem decide se uma musica é para Deus ou não é Deus.
    Não existe musica de Deus e do mundo. Musica é só musica.
    Outra coisa que quero pontuar é que cada um tem seu gosto, senti um certo tom de engessamento do termo “cultura” como se só um tipo de musica fosse cultura. Gente a diversidade vem de Deus! Chega de rótulos!
    Parafraseando Leonardo Gonçalves: não existe musica de Deus ou do “mundo”, Existe musica boa e musica ruim.
    Sobre idolatrar os cantores, eu prefiro rebaixar o termo para tietagem, mas a culpa disso é muito mais dos tietes do que do cantor, não que ele seja inocente.
    Pra mim, consumir musica é igual a comprar o pão que compro na padaria toda manha, se o pão estiver gostoso elogio o padeiro, mas não peço autografo ou peço pra tirar foto com ele. Rsrsrsrs
    Valeu!

    • Ricardo Lima maio 6, 2016

      Obs: Música não salva ninguém! A salvação vem através da Palavra, que nos direcionara para a cruz de Cristo.

      Volto a dizer: Música é só Música!

    • Oi, Ricardo! Queria te dizer que você é sempre bem-vindo à nossa cabruêra! Você foi certeiro em vários aspectos em teu comentário. Também acredito que por vezes faz-se um “engessamento” da cultura, numa tentativa de proteção de si e de alguns valores. Me pergunto se é o caminho certo ou a melhor maneira! Enfim…

      Esse episódio foi tão intenso e tantas coisas ainda precisam ser ditas, que confesso pensar sempre em fazer uma segunda parte! rsrsrsrsrs

      De todo modo, obrigado pelo comentário!

OsCabraCast © 2015