#26 Racismo à brasileira

10 de junho de 2015

No Brasil, ninguém é racista, mas todos já ouviram alguma história de racismo! É comum alguém declarar: “Não sou racista, tenho até um amigo negro!”, como se declarações como essa fossem uma clara evidência de que não há racismo! Entretanto, as estatísticas mostram que as mulheres negras são as mais afetadas pelo desemprego, a renda dos negros é 40% menor que a dos brancos, os negros são os que mais sofrem com a pobreza, são as maiores vítimas de violência, são a maioria no Programa Bolsa Família, a maior parte da população carcerária no Brasil é negra etc. Muitos ignoram tal realidade e ainda afirmam: “Não somos racistas!”. Para isso, se cunhou a expressão racismo à brasileira ou racismo sem racistas! E para conversar conosco sobre esse tema, a dupla Ivandro Menezes e Leopoldo Teixeira convocaram dois cabras arretados: Franklin Almeida (Achando Graça) e Rodrigo Chaves (Base Bíblica)! Para se juntar ao papo, basta clicar no play!

Ouça o primeiro episódio da trilogia no Base Bíblica (clique na imagem!)…

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Citados no episódio

Cartilha – Preconceito, racismo e discriminação social
Mamilos 18 – Cotas Raciais, esmalte da discórdia, legalização do aborto e escola do futuro
Biografia de William Wilberforce (site)
Biografia de William Wilberforce (livro)
Pastoral da Igreja Metodista do Brasil sobre o racismo
Livro – Brasil, uma biografia – Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Starling
Livro – Não somos racistas – Ali Kamel
Sobre a genealogia de Cam

No Balaio

Documentário – A negação do Brasil
Livro – Entre o encardido, o branco e o branquíssimo (Lia Vainer Schucman)
Livro – A capital da Solidão
Livro – Nem preto, nem branco muito pelo contrário — Lília Moritz Schwarcz
Livro – O Racismo, a cruz e o cristão (John Piper)
PDF – O Racismo, a cruz e o cristão (John Piper)
Música – Colored People – dC Talk

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Download da versão zipada, aqui.

Para ouvir a nossa trilha, clique aqui.

Créditos

A edição ficou por conta de Ivandro Menezes.
A vitrine deste episódio é de Rafa Souza.
Vinhetas criadas por Ariel Jaeger.
O tema de abertura é a música Cangaço da banda paraibana Cabruêra.

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35 comments on “#26 Racismo à brasileira

  1. Como ouvinte assíduo,embora não comentador frenético,posso dizer que será um episódio marcante.

  2. Ivandro, tenho uma dúvida.Considerando o racismo como sistema de opressão,Existe racismo de negros contra brancos?Racismo reverso?Digo,há conteúdo histórico que comprove que brancos foram oprimidos e sofreram por influência dos negros?.

  3. Fala cabraiada!!!
    Como prometido estou aqui para comentar sobre o episódio.
    Sei que não é o btcast mas o resultado ao terminar de ouvir foi literalmente uma hemorragia nasal.
    Começando pela trilha sonora, músicas que casaram muito bem com o tema trazendo uma leveza ao assunto tão importante.
    Em relação ao assunto o papo foi muito relevante e esclarecedor. O racismo infelizmente está entranhado na nossa sociedade e como igreja precisamos ter maturidade para aprender sobre o assunto, dialogar e acima de tudo ser sal e luz.
    Que o Senhor te abençoe ricamente.
    Um abração!!!!

  4. Caio Scholze jun 10, 2015

    Faaaaaaala cabraiada, ótimo episódio!
    Certas vezes eu acho que a visão política da igreja interfere nas mensagens, e normalmente a direita evita falar de temas como racismo.

    E agora falando sobre uma experiência pessoal,
    Quando eu era pequeno, estava iniciando minha vida na escola, cursei a primeira, segunda e terceira série sem ver nenhum negro na escola, detalhe: a escola era uma das mais caras da cidade.
    Na quarta série tive contato com um negro.
    Agora você imagina, filho de decentes de alemão, no máximo havia tido contato com pessoas mulatas(Meu pai e minha avó), um negro era algo assustador.
    Mesmo que meus pais e familiares não haviam me ensinado a ser racista, mas o racismo estava encrustado na minha cultura.
    Primeiramente minha reação foi de nojo do negro, mas após um período de contato com essa criança negra, acabei me tornando melhor amigo dele.

    Mas é incrível como o racismo vem impresso na gente, mesmo sem sermos instruídos a sermos racistas.
    E é interessante também o fato de eu ter estudado na mesma escola por 12 anos e ter visto somente 5 negros.
    E não digo ter estudado com 5 negros, mas ter visto apenas 5 negros frequentarem a escola, dos quais, dois estudaram comigo.

  5. Como sempre, ótimas reflexões e questionamentos!
    Eu tento não ser racista, nem preconceituoso. Tento pensar como Cristo pensava, sem julgar pelas aparências. Mesmo assim, as vezes acabo julgando, pois é preciso sempre derrubar “conceitos” que a sociedade nos impõe para colocar no lugar o que a Palavra nos revela.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Pois é, Eddie! O perigo do racismo enquanto pecado é exatamente o mesmo do orgulho, ele fica sempre submerso e, na maioria das vezes, é imperceptível para nós mesmos! Só quando atinge o outro é que nos damos – ou não! – conta de que somos, em alguma medida, racistas! 🙁

  6. Fala cabraiada! Faz tempo que não comento aqui, mas tenho escutado todos os episódios, tá? Heheheh Muito bom esse, como sempre. Aproveitando para fazer um jabá, já que já falamos na TOCA sobre esse tema. É claro que não com o mesmo brilhantismo heheh – http://www.atocapodcast.com.br/04-somos-todos-criaturas -Grande abraço!

  7. Fala Galera! Deus é maravilhoso mesmo! Uns dias antes de ouvir este episódio tivemos uma discussão aqui onde eu trabalho sobre este tema. É impressionante (moro numa cidade sulista e provinciana) como as pessoas ignoram ou não querem enxergar o racismo, a discriminação e o preconceito que nos cercam.
    Ainda existe uma mentalidade de que as pessoas vivem a margem da sociedade porque não se esforçam, porque não querem e outras afirmações deste tipo. Para se ter uma ideia, aqui as pessoas se referem a negros como morenos, e ainda dizem que falam assim para não ofender, como se o fato de ser negro fosse algo pejorativo. É um preconceito que está no DNA das pessoas e este é o pior pois na ótica delas não é racismo e nem preconceito. Muito bom o episódio e muito informativo. Ah, morei numa rua chamada Nina Rodrigues e pensava que era uma mulher (risos). Grande abraço.

    Luis Vulcanis
    http://www.esconderijounderground.com

  8. Gabriel Tuller jun 15, 2015

    Galera, eu curti muito o episódio, a explanação foi boa e a maneira como vcs falaram foi ótima também, trazendo a história disso e tudo mais. Racismo existe no Brasil, mas eu não sei se concordo tanto com o termo “racismo velado”, justamente pq vc vai estar colocando todos como racistas sem conhecer todo mundo, entende? Talvez o termo não seja o mais correto de ser aplicado, mas entendo o que foi dito sobre o racismo que não percebemos as vezes.

    Esse tipo de atitude é algo que é e tem que ser repudiado, o racismo é crime e DEVE ser tratado como tal.

    Também discordo um pouco da categorização de pardos serem contados como negros. Oras, se eles são contados como negros, pq não contam como brancos também? E se são só negros, pq não são chamados de negros? Moro na baixada fluminense aqui no Rio onde o ambiente é super diversificado nessa questão de cores, e nunca presenciei racismo aqui onde moro, talvez por ser um lugar onde essa diversidade tá tão entranhada que ninguém se sente superior por ser da cor diferente.

    Existe desde o meu pai, que é paraibano e de olhos verdes, branco pra caramba, até o negro de cor mais escura, e todos eles conseguem conviver de forma agradável e sem nenhum tipo de segregação. Então pelo menos onde eu moro a população da favela e das comunidades não são em sua maioria negros. Há uma miscigenação gigantesca por aqui.

    Já no RS, onde morei 14 anos da minha vida, minha mãe sofreu muito preconceito em lojas só por ter entrado de bermuda e chinelo, mesmo com dinheiro pra comprar o que queria. Sofremos preconceito por sermos cariocas e como o que eles conheciam de carioca era o que se via nas novelas, ficávamos taxados de “favelados”. Apesar disso, eu vi que muitas das “branquinhas” do sul “curtiam um negão”. Cansei de ver em festas dos militares mulheres brancas com maridos negros. Acho que lá tem mais o “bairrismo” do estado do que o preconceito pela cor em si.

    ultimamente vi um vídeo de uma moça branca caminhando por um bairro negro nos Estados Unidos com o seu filho, e ela sofre ataques sérios lá só por estar passando por uma área de negros. Apanhou muito junto com a criança também só por ser branca. Esse caso mostra que existe também o racismo contra brancos, em menor escala e quantidade, mas existe (o rodrigo comentou sobre isso no cast e eu achei legal terem citado isso também), mesmo que não seja tão falado assim e tão expressivo quanto o racismo contra os negros.

    https://www.facebook.com/ij71388/videos/882252468502924/?autoplay_reason=was_viewed

    Bom, como já escrevi demais, queria agradecer por esse episódio que me fez refletir sobre muita coisa! parabéns pelos temas relevantes galera! Abraço!

    • Bacana! Devemos apenas ter cuidado para não creditar a esta aparente pluralidade uma homogeneidade inexistente quando parte-se para a efetivação de outros direitos como educação, emprego etc.

  9. Gabriel Tuller jun 15, 2015

    Ah, esqueci de comentar: estudei em universidade federal e lá tinha muitos professores e alunos negros. Meu prof de sociologia, o de pedagogia e o outro de filosofia são negros e todos com doutorado. =D

    • Coisa boa, Gabriel! Ensino em uma no norte da Bahia e só temos um colega professor negro e poucos alunos! Mas acredito que ações afirmativas de acesso à educação podem transformar esta realidade! Abração! Valeu pelo feedback!

  10. Penso que quando termo raça é abordado com perspectiva sócio-histórica e tem prerrogativas políticas nos leva a considerar alguns avanços,embora boa parte das pessoas entre com alguns contra pontos quando falamos sobre cotas raciais que não cabe aqui.Em nossa sociedade assim com em alguns países existe um falso escamoteamento do racismo.Muitos consideram um avanço alguns “direitos adquiridos” pelos negros,mas desconsideram os mesmos.Talvez as busca pelo direito dessas pessoas não passam de incomodo,demonstrando assim ignorância por parte de muitas pessoas.
    Como sabemos isso passa por uma construção ao longos da história,como foi o caso do racismo científico que tinha como missão a justificar as diferenças sociais.Isso culminou em grandes disparates como Hitler e seus seguidores.
    Que os nossos olhos se abram e vejam além dos nossos próprios narizes.
    Gostaria de deixar como dica o Filme 12 anos de escravidão
    “Eu não quero sobreviver. Eu quero viver” Solomon Northup.
    Parabéns pelo BELO épicosódio.kkkk

    • Pois é, Lourival! A mera declaração desses direitos não implica a sua efetivação! Infelizmente, colocá-los em um papel não é o mesmo que torná-los reais!

  11. Ótimo cast, infelizmente o racismo é algo que está impregnado na cultura dos brasileiros, na Europa rola também, aqui no Reino Unido existe segregação da parte dos negros pois há comunidades e igrejas só de negros, eu moro em bairro na sua maioria habitado por negros, adoro viver aqui.

    Mas percebo um pouco de receio tanto nos olhares, uma vez fui cortar cabelo em um salão de negros e olha que sou quase careca, eles não quiseram me atender, sinceramente achei ridículo mas com o tempo eu entendi, também presenciei isso em um salão de brancos onde o barbeiro se recusou a cortar o cabelo de um africano, pois Londres é uma cidade multicultural são varias culturas em um lugar.

    O racismo a segregação esta em todo lugar, indianos, mulçumanos, judeus, asiáticos. Cada um com separados por sua castas e crenças, isso também é um tipo de racismo.

    Por outro lado aqui na Europa eu vejo os negros serem tratados com dignidade, eles tem educação gratuita de qualidade, muitos centros de esporte e lazer gratuitos, segurança e saúde gratuita, dentista gratuito até os dezesseis anos de idade, caso ele não goste da escola, existe um acordo de estágio técnico com as empresas onde o estudante recebe um salario, e pode se tornar um profissional técnico especializado na área, ele pode ser formar em o que ele quiser desde que queira, aqui eu vejo muitos negros muito bem de vida com seus carrões, mas o preconceito ainda existe, e esse lance de cor de pele me irrita.

    Devemos julgar as pessoas por seu caráter, eu faço isso, independente da cor, tenho amigos negros e tenho amigos brancos, já o problema do racismo no Brasil é uma piada, hipocrisia!

    No dia em que sistema do Brasil realmente fornecer ensino decente oportunidades e saúde decente para ambos, Aí Sim, papai Noel irá existir nessa campanha ilusória em que o Brasil quer cantar de um país igual pra todos, putz cara! (sociedade f-dida e hipócrita!) por mais que o negro queira sonhar o sistema acaba excluindo tanto pela péssima estrutura que o pais fornece são tantas as propagandas do Enem tantas faculdades tanto Blah Blah Blah, e porque será que Brasil não avança no ranking mundial de educação? Ops! Algo está errado.

    “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim”. – Até da hipocrisia Deus tem misericórdia….

    Sou branco e sou a favor de cotas para negros pois o país tem uma divida “MUITO GRANDE” com os negros, a sociedade a igreja é hipócrita é covarde em admitir e pedir perdão aos nossos irmãos por ser omissa, isso mesmo vem desde os estados unidos são vários os documentários das igrejas tradicionais apoiando o Ku Klux Klan , eu nasci em lar cristão batista rodei pela presbiteriana e metodista e sempre houve racismo, é comum ver o pastor dando aquele sermão de amor e logo dispensar o namorado negro de sua filha branquinha.

    Pra terminar, já pensou o retorno de um Jesus pretinho?

    • Oi Everson,

      obrigado pelo seu comentário, no mínimo curiosa a sua experiência no corte de cabelo. Certamente há mais sentidos na palavra racismo do que a relação entre brancos e negros, mas sentimos que deveríamos focar neste aspecto no episódio.

      Ainda temos muito o que percorrer, aos poucos vamos mudando a percepção das pessoas.

      obrigado mais uma vez pelo comentário, continue deixando sua opinião! 🙂

      Leo

  12. Deborah jun 25, 2015

    Eita, cabraiada, tema quente, né mesmo? rsrs… Neste momento meio “estranho” que atravessamos em nosso país, parabéns pela abordagem deste tema.

    Enquanto vcs falavam, várias coisas passavam em minha mente. Por exemplo, vcs falavam sobre certas profissões, como medico, em que nós vemos poucos negros. Então senti falta de vcs comentarem sobre os esportes e a música, onde temos muitas pessoas negras talentosíssimas. Outra coisa bem que vcs citaram, é que dizem “o negro tem preconceito consigo mesmo”. Aí me lembrei de episódios recentes como do jogador Tinga e do Joaquim Barbosa citados como exemplos de negros racistas com sua própria “cor”, porque um é casado com uma mulher branca e outro namorava uma. Aí diziam “elas só podem estar interessadas no dinheiro deles”. Mas caramba, aqui na Bahia pra todo lugar que vc olha tem um negro com uma loirinha. Pessoas comuns, que não tem nada a oferecer a outra além de amor. Meu noivo é negro, eu sou branca e loira. Isso aqui é a coisa mais normal do mundo! E a questão das cotas, que vcs já explicaram o por quê de não terem tocado no assunto. Vou ficar no aguardo. 😉

    É, cabraiada, tem muita coisa sobre racismo a se falar. Talvez fingir que ele não exista também seja pecado.

    Ah! Esse negócio de mulato, mameluco e caboclo, ainda existe, minha gente?

    Beijo grande!! Valeu!!

    • Fala, Deborah! Em primeiro lugar, queria muito agradecer o teu feedback, pois ficamos extremamente felizes com ele! Não sei se passamos essa impressão ao mencionar que alguns negros têm preconceito consigo mesmo de estarmos falndo de relacionamentos interraciais! Se assim o fizemos não foi a intenção! Em verdade, quando afirmou-se isso estávamos a falar de que a cultura do embranquecimento incutiu uma negação em parte da população negra em se assumir enquanto negro, preterindo outras denominações como moreno, pardo etc. Não vemos problema algum em relacionamentos entre brancos e negros, porque não vemos nada de errado ou discriminatório neles!
      Quanto a classificação da miscigenação no Brasil em mulato, mameluco e cafuzo, compreendemos que ela continua válida no aspecto da miscigenação, mas precisamos compreender que se baseia apenas no fenótipo. Geneticamente, perceberemos que as diferenças são mais profundas e complexas que uma mistura pura como leva a crer tal classificação! Nesse sentido, não sei se é possível ainda hoje classificar de tal maneira a diversidade étnica do Brasil! Como dito no episódio, raça só é justificável por sua construção ideológica e social, que distingue negros e brancos, mesmo a despeito da inexistência de raça sob o auspício da biologia!
      Um grande abraço e estamos esperando que você volte para comentar outros episódios!

      • Deborah jun 26, 2015

        Não, querido, vcs foram claros, sim. 🙂 Foi só algo que me lembrei durante o bate-papo e achei válido mencionar pois acredito que isso acaba sendo um preconceito dissimulado. Uma mulher branca pode sim amar um homem negro, ou vice-versa, sem que haja uma segunda intenção por trás disso.
        Vcs falaram sobre a cultura do embranquecimento, que isso incutiu uma negação em parte da população negra em se assumir negro, pois é, por aqui na Universidade Federal da cidade, movimentos negros levantam a bandeira da “não miscigenação para preservação da raça”, talvez seja baseado nisso a razão deste movimento. Não sei… Na verdade, acho uma bobagem! Como já foi dito, somos da raça humana. Deixem as pessoas serem livres e se amarem!

        Valeu, Ivandro. Vou aguardar o próximo bate-papo sobre o tema. 😉

  13. Só passei aqui pra registrar algo que aconteceu comigo hoje…
    Estava conversando com os colegas de trabalho no almoço sobre culturas diferentes entre os povos e lá pelas tantas entramos no assunto dos europeus que não tomam muitos banhos, então, meu amigo soltou essa:
    Tenho um amigo que estava no trem bala indo da Espanha para França e entrou uma loira linda, olhos verdes, no trem para sentar do lado dele, quando a mulher sentou subiu aquele cheiro de “CC”, mais fedida que um NEGÃO depois de bater uma laje….
    Depois só escutei… Blá blá blá

    É… Realmente não há racismo no Brasil!

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