#46 Como é que se diz eu te amo?

10 de abril de 2016

Fala, cabraiada! Há anos atrás o célebre Renato Russo cantava: “E hoje em dia, como é que se diz eu te amo?”. Se para ele já era complicado saber, imagine para quem vive a era das redes sociais virtuais, a era do “posto, logo existo”? As relações amorosas parecem seguir a lógica destes tempos em que o reconhecimento virtual é tão ou mais importância do que a convivência material dos relacionamentos. Convidados o apaixonado Franklin Almeida (Achando Graça) e Ariel Jaeger (Propagando) para desvendar as desventuras de amar e  ser amado em tempos virtuais.

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Créditos

A edição ficou por conta de Ivandro Menezes.
A vitrine deste episódio é de Rafa Souza.
Vinhetas criadas por Ariel Jaeger.
O tema de abertura é a música Cangaço da banda paraibana Cabruêra.

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11 comments on “#46 Como é que se diz eu te amo?

  1. Vinicius Grimaldi abr 10, 2016

    Tópico interessante… Baixando agora pra ouvir depois…. Quem sabe, aprender alguma coisa depois de 17 anos de casado?

  2. Talita abr 11, 2016

    Bom, eu tô em início de namoro, então foi bom ouvir isso aqui.
    Sempre tentei ser bem consciente quanto a essas coisas, tanto que fiquei solteira por um bom tempo.
    Quanto a essa questão de autenticidade, minha mãe sempre falava: “ah, se tu falares dessa forma, se fizeres isso e tal, vai espantar os homens. Tenta ser de tal forma…não fala sobre isso logo…”
    E eu falava: “Que bom. Os que tem medo ou são frouxos eu quero espantar mesmo. Prefiro ficar solteira que atrair por algo que não vai ser eu”.
    Ah, Uma coisa eu percebo… Os homens não cristãos que conheço que não colocam “em relacionamento sério” no Facebook são os mais pilantras que eu conheço hehe

    Abraços!

  3. Vinicius Grimaldi abr 11, 2016

    Galera, gostei muito do podcast e gostaria de deixar o meu testemunho que, embora não esteja focado no “amor internético”, talvez sirva para reforçar algumas mensagens deixadas pelos convidados: precisamos sair dessa rotina hedonista na qual fomos criados (até mesmo pelos nossos pais) na busca do prazer e da satisfação própria. O amor biblico se reflete em ação pelo outro e sem esperar retorno: não se ufana, não se arde em ciúmes, tudo espera, tudo suporta… Não tem como ser baseado apenas em sentimentalismo. É uma decisão consciente.
    Gostaria de indicar para o balaio um livro que mudou minha forma de ver o amor: “As 5 linguagens do amor” do Gary Chapman. Embora escrito num contexto americano, é extremamente prático e aplicável às nossas vidas também. Recomendo fortemente! Abs.

    • Fala Vinicius, td bem….esse livro realmente é muito bom…acho que até citei ele no episódio…ou ficou na mente pra citar….rs

      Abração!!!

  4. Sou dessa nova geração que foi citada, 20 anos. Realmente parece que hoje tudo precisa ser exposto nas redes sociais. Parece que responder à pergunta “O que você está pensando” é a coisa mais importante que podemos fazer no nosso dia. Quando é aniversário de casamento, as declarações de amor são feitas via feed. Casais que namoram a poucos meses já fazem juras de amor…

    Eu creio que esse fenômeno seja causado pelo “mundo de vitrine” que vivemos hoje. Todos precisam ver o quanto somos felizes, amados e satisfeitos…Enfim, amar virou sinônimo de likes!
    Que Deus nos livre desse mal e possamos cada vez mais aproveitar os detalhes ao lado de quem amamos sem se preocupar com filtros de instragram e legendas na foto pro Face!

    Abraço do Vitão, Cabras!

    • Só pra complementar, gostaria de recomendar o seriado BLACK MIRROR.
      Nele tem uma crítica/retrato de como nós lidamos com a tecnologia no nosso dia a dia

  5. Meus queridos Cabras….é sempre um prazer inenarrável, profíquo e amabilíssimo estar com vcs seja qual for o assunto.

    Ivandro, a edição ficou ótima…e claro, sempre que precisar estaremos por aqui.

    Abração!

  6. Aprendi com a vida a cuidar dos meus sentimentos, não falar as coisas antes do tempo e, principalmente, não confiar no meu coração (“follow your heart” te leva, na maior parte das vezes, para o precipício). Dessa forma, consigo sair e me “proteger” da superficialidade. Mantenho relacionamentos verdadeiros, mas os superficiais não me enganam. Se houver a possibilidade de ir adiante, tornando um conhecido em amigo, vamos lá, mas o fato de não criar expectativas nas pessoas me ajuda a amá-las como pessoas e, se houver abertura, como irmãos.

    Na parte de namoro/casamento, também aprendi a ser cauteloso e escutar a voz de Deus. Quando aprendi a fazer isso, deu certo 🙂

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  7. Eduardo Urias abr 20, 2016

    Pois é, cabras!!!
    Que assunto mais empático é esse? rsrsrsr
    Só posso dizer no momento, que esse lance do “eu te amo”, atualmente tá ficando cada vez mais banal, infelizmente.
    As pessoas tendem a não mais saber o peso dessas palavras. E qualquer paixonite, já vem um “eu te amo” de forma leviana. Onde depois que passa o momento, vem o “pé na bunda” ou “não era pra ser”. A banalização dos relacionamentos, tal como o casamento, pela sociedade atual, vem reduzindo o sentimento de empatia, de cuidado. As pessoas já casam pensando em separar quando ficar ruim a convivência. Nem tentam trabalhar as divergências. Apenas diz “é, não dá mais”, e separam.
    Sem falar que a sociedade tende a ser mais narcisista. Tanto que os livros que tem mais crescimento de vendas, são os de auto ajuda. Onde é mais apreciado o “você é valioso”, do que um “você tá errado”. Daí a gente ver como o amor fica comprometido, tornando o “eu te amo” em uma frase super valorizada, de forma que não pode nem ser dita (mesmo que no momento certo e apropriado), ou uma frase banalizada, onde é equivalente a um “bom dia”.

  8. Lourival Gonçalves abr 28, 2016

    Como Diria o Dock : “Você não pode basear seu legado em mentiras”.Realmente vivemos em tempos em que a exposição passou a ser “importante”.Construímos “rostos” fictícios que enganam tanto quem vê quanto quem os cria.Cortou-se a linha que nos distinguia do real para o virtual que até então eram coisas bem definidas e distintas.
    Acredito que passamos de vítimas para cumprisses de uma falsa realidade,pois existe uma vasta contribuição nossa para que tal situação se agrave.Claro que não podemos ser anacrônicos aqui;afinal estamos no Séc. XXI,mas como afirmou o Flanklin quanto a pergunta do Ivandro é que devemos ser nós mesmos quanto ao amor ,isso também em nossos dias e não se ater a uma falsa e errônea impressão de uma vida perfeita.O próprio amor em si mesmo é sincero,não que algumas de nossas postagens não sejam verdadeiras,mas ele não se limite a um post diário.
    Parabéns pelo belo programa.
    P.S.: Dock é um personagens da Série todo mundo Odeia o Cris. kkkk.Ficou curioso né Heder?kkkkk

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