#52 Mais que um jogo?

10 de julho de 2016

Fala, cabraiada! Os esportes, e em particular, o futebol, capturam as mentes e corações de pessoas ao redor do mundo, mas nem sempre recebem a devida atenção de teólogos. Qual o sentido que damos aos esportes? Parecem existir duas respostas a esta pergunta: (i) alguns desmerecem esportes como sendo apenas um jogo, enquanto (ii) outros veneram esportes como algo próximo a um deus, principalmente aqui no Brasil quando se trata de futebol. Heder Judson e Leopoldo Teixeira reuniram a cabruêra, junto com Bruno Guedão (Salada Cult), Carol Leite (Projeto Redomas, Graça Girls), e Piero Pires (Base Bíblica, OnOff Cristão) pra discutir um pouco sobre o assunto, dar aquela cornetada no time do coração, e pensar um pouco mais a nossa relação com o mundo do futebol. Então, xingue o juiz de forma criativa e se avexe para dar o play!

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Créditos

A edição ficou por conta de Heder Judson.
A vitrine deste episódio é de Rafa Souza.
Vinhetas criadas por Ariel Jaeger.
O tema de abertura é a música Cangaço da banda paraibana Cabruêra.

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7 comments on “#52 Mais que um jogo?

  1. Lourival Gonçalves jul 11, 2016

    Como ummmm Gato!!! Baixando.kkkk

  2. Eduardo Urias jul 11, 2016

    Só digo uma coisa: Baixando!

    • Eduardo Urias jul 18, 2016

      Voltei só pra não deixar esse episódio insosso. kkkkkkkkkkkkkkk
      Confesso que esse tema não me desperta muito interesse, pois deixei de curtir futebol há 18 anos. Atualmente só acompanho a zoeira.
      Mas a forma que abordaram assuntos que envolve a conduta cristã desse episódio, foi muito boa.
      Realmente há uma certa dificuldade entre algumas pessoas em conciliar o testemunho e a paixão pelo esporte (que não é exclusivo ao futebol).
      Não sou sedentário, embora ultimamente estou parado devido a problemas de saúde, mas curto muito esportes. Porém não sou fã de nenhuma modalidade. Apenas aprecio a arte.
      Agora eu tenho uma pergunta: O Sport é campeão brasileiro de 1987 ou o titulo é do flamengo mesmo? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Fiquem na paz, seus cabras!

  3. Meu nome é Darth Guedus!

  4. Fala cabras! O fato de o “ambiente” do esporte, principalmente o futebol, nos influenciar a exaltar os ânimos não significa que devemos aceitar que o pecado que ocorre nesse ambiente. Essa história de “as pessoas usa máscaras na igreja e demonstram seu verdadeiro eu no futebol” não justifica a atitude pecaminosa. Sim, as pessoas deveriam ser quem realmente são sempre, mas deveriam buscar a santidade.
    Se aceitarmos e acharmos que “tudo bem” no momento do bate-bola Cristãos se xingando, por causa do calor do momento, devemos aceitar também um Cristão embriagar-se quando for até um bar (inclusive, para assistir um jogo), afinal, o ambiente propicia isso e “faz parte”. Se todo mundo xinga no futebol, o Cristão pode ir para uma festa e beijar diversas mulheres, afinal, todo mundo faz isso em uma festa. Vejam o perigo do “tudo bem”.
    Entendo o ponto de que todos somos pecadores, mas o fato de sermos pecadores não é desculpa para continuarmos pecando. Pecamos no “calor do momento”, xingamos e agimos sem pensar, mas depois precisamos refletir sobre o que aconteceu para moldarmos nosso caráter e evitar que volte acontecer.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  5. Victor Paiva jul 29, 2016

    Fala aí Cabras! Pô, ficou a impressão, às vezes, que vocês não sabiam muito o que estavam discutindo. Comparar o futebol com o trânsito foi até meio absurdo. Como o Guedão, creio, falou, o futebol desperta paixão né. O trânsito, não…Por favor! Mas porque o futebol desperta paixão?? Porque suas características são semelhantes a um culto, como foi falado no meio do programa. E tudo que pode ser um ídolo, desperta paixão. E realmente, no Brasil, esse é um dos maiores.
    Claro que não vou demonizar o esporte, de um modo geral, mas a indústria esportiva evoca isso e aumenta a capacidade da idolatria no meio do povo. Muito fácil ver isso aqui no Brasil e nos EUA. Seria importante para o cristão diferenciar isso, pra lidar com o esporte da maneira certa, que é algo que desperta algumas virtudes, desperta caráter, disciplina e que diverte, mas que também denigre virtudes, caso estejamos dando a prioridade que ele não deve ter na nossa vida. Não diria, também, que o esporte é neutro. Quem estuda cosmovisão cristã já vê que dificilmente existe algo que desperte paixões que seja neutro (incluindo a ciência). Já dizia Leonard Ravenhill que os maiores ídolos modernos é o esporte e o entretenimento, e se não soubermos lidar com isso, podemos cair nessa rede.

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