#55 O capiroto e as artes

25 de agosto de 2016

Fala, cabraiada! O diabo é sempre um personagem que causa algum burburinho. Ao longo dos muitos anos de produção cultural, ele tem sido personagem e tema de canções, filmes, séries, HQ’s etc. Reunimos a cabrueira e convocamos Gabriel Tuller (GraçaPop/Los Nachos) e Nito Xavier (Pupilas em Brasa) para falar sobre este fascínio das artes pelo diabo! Se avexe e aperta logo o play!

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Créditos

A edição ficou por conta de Heder JudsonIvandro Menezes.
A vitrine deste episódio é de Rafa Souza.
Vinhetas criadas por Ariel Jaeger.
O tema de abertura é a música Cangaço da banda paraibana Cabruêra.

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21 comments on “#55 O capiroto e as artes

  1. Willian Rochadel ago 25, 2016

    Esse episódio vai ser dos bons para discussão!

    • Aguardando seu comentário por aqui!

      • Eita, que episódio mais sinistro.
        Fiquei intrigado com o que diria o Milho sobre os rock.
        O fato é que “satanismo” está mais para uma contra-cultura do que realmente uma adoração ao bicho cabeludo.
        Mas bem percebido e discutido como consumimos muito bem o que expõe o capiroto, porém receamos pelas coisas ocultas e, pior do que isso, crente que tem mania de consagrar coisas pro diabo. E por esse receio pelas artes, muitos se tornam alienados e fracos, infelizmente.
        Em relação a arte, a própria imagem do capiroto é fantasiosa. Ilustração são apenas identificações do homem querendo retratar o bem e o mal, sendo que percebemos que bem/mal está nas ações e nas percepções de quem vê.
        (Não creio no bem/mal universal. Exemplo: Não matar. Os hebreus matavam sem piedade na guerra.)
        Retornando ao assunto, o verdadeiro capiroto é o inimigo das nossas almas, a quem tenta nos tirar da presença de Deus e não em tornar algo um sucesso.
        No último episódio do Fora do Éden (009), ao discutir sobre o Pokemon Go, o Bibo lançou uma frase bacana: “A coisa não é do demônio, mas as pessoas podem torná-la demoníaca.”

        Curti demais a discussão e já compartilhando para o pessoal da igreja.

  2. welber ago 25, 2016

    Diabo além de pai da mentira é pai das indiretas? (mensagens subliminares)

  3. Eduardo Urias ago 26, 2016

    Baixando! Em breve comentando… assim espero! kkkkkkkkkkkkkkkk

    • Eduardo Urias ago 26, 2016

      PS: Não sei porque, mas deu uma vontade de assistir Tenacious D kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Eduardo Urias ago 26, 2016

      Acabei de ouvir essa cabraiada falando sobre o Mochila de Criança na arte! Gostei muito desse episódio. Não me surpreendi, pois já sabia que vinha coisa boa aqui. Me assustei um pouco no início, quando o Tuller falou a respeito de como o diabo vem sendo tratado na cultura pop da atualidade, pois com eu tava ouvindo enquanto fazia faxina (sim, ajudo nas tarefas domésticas e os podcasts torna isso legal hehehe), e tinha entendido errado o que ele queria dizer na hora. Kkkkkkk
      Bem, gostei muito do paralelo que fizeram com a música e as histórias de terror. Eu ainda ia estudar essa questão, que já tinha deixado na fila. Mas adiantou um bocado de coisa aqui na minha cachola.
      Sobre a questão da qualidade de produção do meio gospel e do meio dito secular, eu já vinha meditando sobre isso também. Pois realmente acho a qualidade das obras ditas gospels muito inferior, e muitas vezes sem graça. Principalmente quando falamos em músicas. Sou chato nesse quesito e ainda mais crítico quando de trata no meio gospel. Pego pesado nas análises, pois já que vem com um rótulo, então que venha de qualidade. Pra falar a verdade, tudo que tiver a rotulação gospel eu pego mais pesado, pois é o nome de Deus que estão usando de forma direta. Mas não me isento da análise criteriosa do meio secular. Nesse caso peso para saber se fere a liberdade que Cristo nos deu ou se fere a santidade de Deus.
      Sobre o que foi dito a respeito da inspiração para fazer arte. O que vejo é falta de empenho para buscar a perfeição de muitos cristãos. E também há uma idéia sutil de que o que vier tá bom, e o que vale é intenção. Bem, vejo que devemos dar o nosso melhor para Deus, e já que a idéia é produzir arte, que seja de qualidade melhor do que a do mundo, que procura agradar o deus Mamon. Mas aí já é um assunto para se debater mais cautelosamente.
      E realmente é uma pena que o diabo tem ganhado muito espaço nos púlpitos. E ainda por cima de forma errada. Essas dicas no balaio sobre o capeta, já é uma ótima pedida para sacar o tema.
      Tinha mais coisas pra falar, mas to com sono e esqueci… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Eduardo, realmente uma pena a qualidade das produções gospel.
        Mas um problema maior que percebo é essa divisão gospel / do mundo.
        Pessoalmente, reflito mais em Deus em músicas, filmes, poesia, textos, fotos tidas seculares do que os “Gospel” do momento (3).

        • Eduardo Urias ago 30, 2016

          De fato, essa divisão vem prejudicando muito. Infelizmente o “eu acho” ou o “eu sinto” vem predominando no meio evangélico. Porém ainda assim devemos tomar cuidado com o que chamamos de secular.

      • Dando trabalho ao Heder! Muito bem, Eduardo! Gostando de ver! 😂😂😂😂😂😂😂😂

  4. Com a fala final do Tuller, eu fiquei pensando:
    O diabo realmente cria?

    Para mim, ele não cria nada.
    Não tem como ter dois criadores.
    Há apenas um, e qualquer outra aparente criação que seja vista como má, é uma corrupção da criação. Levo isso pra todos os segmentos.
    Não tem como ter alguma arte, seja música, filme, jogo, ou qualquer produção que seja boa ou agradável, ou que contenha verdade, mesmo que seja sobre o diabo, que não seja Deus que criou.

    Por isso nós cristãos costumamos ter limitações na produção de bons filmes, porque há uma preocupação desnecessária de santificar algo por Deus ao invés de simplesmente sermos verdadeiros cristãos em tudo que fizermos. Porque é apenas Deus que justifica, santifica e purifica. Nós não podemos fazer isso por nós mesmos e em nada que produzimos.
    Todas as coisas são puras para os puros (Tito 1:15).

    • “Por isso nós cristãos costumamos ter limitações na produção de bons filmes, porque há uma preocupação desnecessária de santificar algo por Deus ao invés de simplesmente sermos verdadeiros cristãos em tudo que fizermos”.

      Isso resume tudo. como cristãos temos mania de transformar as coisas em gospel e pensar em coisas para dentro e para fora. Se formos verdadeiros cristãos, sinceros naquilo que fazemos, não devemos temer o rótulo. Apenas faça um bom trabalho!

      Ótimo comentário.

    • 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  5. Ótimo episódio pessoal! Dessa vez não vou deixar minha opinião pois faz alguns dias que escutei e como não tive tempo de comentar antes, acabei esquecendo o pontos que queria citar. Teria que escutar novamente hahaahahah

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  6. Victor Paiva ago 30, 2016

    Ótimo episódio, apesar do tema polêmico. Vou deixar duas sugestões, nesse caso, de livros. Primeiro o óbvio “O Paraíso Perdido”. Acredito que uma boa parte do imaginário coletivo sobre o diabo tenha vindo dessa obra e da Divina Comédia, mas essa eu não conheço o conteúdo.
    A outra indicação é o livro de ficção científica “O Fim da Infância”, de Arthur C. Clarke. É o mesmo autor de 2001 – Uma odisseia no Espaço. A história tem a ver com o tema desse episódio, mas infelizmente não posso falar mais nada, pois seria spoiler gratuito (Inclusive saiu uma mini série em 3 episódios, do livro, no canal Sci Fi). Mas o livro é ótimo mesmo, num gênero não muito comum sobre esse tema. Valeu!

  7. Filipe Falcão ago 31, 2016

    Cabras, ficou show de bola e bem edificante!

    Obs:. Lembrei da época em que assistia os vídeos do dvd do cabrinha que falava dos iluminatis, altas capirotagem… kkkkkk

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